30 março 2006

O retrato da familia

Valença, 3 de outubro de 1897.


Meu adorado filho Bentinho,


Estavam todos diante de mim. Eu já sabia do peso da minha própria responsabilidade naquele momento. O pai estava à direita da velha senhora. Cabelos negros muito bem alinhados, o paletó de festa todo abotoado, revelando apenas o impecável branco do colarinho e a gravata de um vermelho escarlate, presa pelo elegante pino de ouro com o brasão da família. Ele tinha o braço estendido e parecia sustentar com toda sua força a velha senhora sentada na elegante cadeira estilo chippendale logo abaixo. Sua expressão grave só se notava ao ver-lhe os olhos, sem brilho, quase inertes. Num ângulo tal que, embora de uma posição muito mais elevada que ela e mais atrás, a mantinha no canto do campo de visão. Fitava-a como se lhe contasse cada respiração a espreita de algo.


As crianças e algumas já nem tanto o eram, se acomodaram a seu redor. O mais velho, um rapaz que julguei perto dos trinta, a esse não lhe poderiam dizer bastardo jamais tamanha semelhança como pai, embora nos detalhes se lhe notassem as diferenças. As longas madeixas igualmente negras, presas por uma fita verde escuro muito bem escolhida para fazer jogo com o casaco, estavam impecavelmente arranjadas de forma que as ondulações não lhe cobriam sequer uma expressão da face alva e bem desenhada. Tinha uma expressão leve, típica dos jovens, embora se lhe notasse a tristeza do olhar. Estava de pé ao lado direito do velho homem e talvez a postura, o traje ou a posição que tomara seu pai para tocar a senhora lhe fazia enorme, como um colosso segurando com esse frescor jovial as emoções dos presentes.

A irmã sentada ao lado da mãe parecia destoada na cena. Era uma jovem a quem se aproximava a idade de casar-se. Isso se lhe via pelos rubores, no quanto se movia para chamar-me a atenção e nos faróis que se ascendiam de seus olhos cada vez que eu mesmo correspondia-lhe os olhares ou me dirigia a ela para dar instruções sobre sua posição. Estava metida num longo vestido de cetim da cor da mais madura das pérolas birmanesas de não menos de seis anáguas, muito ajustado na cintura, chamando a atenção para as curvas do tronco que davam em ancas que eu minuciosamente contornava com o olhar. Tinha o colo à mostra num profundo decote bem embainhado por um espartilho muito apertado e adornado por um colar de ouro cravejado de topázios quase no mesmo tom do vestido. Era bonita a pobre, embora a frivolidade dos gestos diante da gravidade da cena a esmorecesse as feições. Parecia não perceber a situação em que estava inserida e que não lhe interessava nada além de suas próprias preocupações fúteis com fitas, arranjos, carmins e moços. Mas ainda assim posava ali na mesma poltrona segurava-lhe a mão como num gesto de consideração que eu por experiência sabia ser, para ela, meramente estético.

O caçula estava incontrolável hoje e talvez pela ansiedade do momento de um registro tão bizarro pareceu-me estar todavia pior. Eu não os conhecia tão bem assim, aos Cota, mas já os havia visto em outras situações sociais, festas, casamentos e funerais que costumo freqüentar por meu ofício e ele jamais se mostrara tão irrequieto. Corria de uma lado para o outro carregando um pato que me pareceu ser uma espécie de mascote por causa de uma fita de tecido dourado muito delicada que lhe enfeitava o pescoço num laço. Trombava em tudo e cantava a plenos pulmões todas as canções que provavelmente a ama cantava para ele em dias de festa. Eu mesmo cheguei a assustar-me uma vez quando a pequena besta veio em minha direção com tanto afã que quase me atira todo o equipamento ao chão. Mas depois do incidente, sob ordem do pai que, prevendo o prejuízo de ter que pagar não só pela foto mas por todo um equipamento de fotografia, o fez sentar no chão com o pato no colo aos pés da mãe.

Ela parecia uma verdadeira aparição sentada ali tão altiva e elegante. Pareceu-me que sua pele alva se empalidecia, em contraste com o veludo verde profundo do estofado. O espaldar alto lhe fazia fundo ao rosto já não tão jovem, mas ainda bonito. Tinha os cabelos presos num coque no alto da cabeça donde pendiam uns poucos cachos que lhe faziam moldura às feições. Já havia ouvido falar de seu mal, mas olhando-a ali sentada entre os entes mais queridos não me pareceu doente. A boca bem vermelha e úmida, os olhos cintilantes indicavam uma espécie de felicidade plácida e serena.

A tarde se aprofundava levando consigo seus brilhos e deixando não mais que o espaço perfeito para os laranjas e púrpuras do crepúsculo. Todos então se posicionaram melhor. Rostos imóveis, olhares fixados na lente no aguardo do segundo eternizado.

Eu já preparado. Cabeça metida sob a batina da máquina agarrava a chapa com toda a força para não tremer enquanto levantava o estopim do flash com o outro braço.

Como comprova o regalo que agora te despacho, a foto foi feita provavelmente sobre o último suspiro de sua avó ainda viva.

Naquele momento, quando me desvencilhei das mantas, tudo o que vi foi a expressão de pavor de sua mãe, como se a foto lhe houvesse congelado mais que apenas a imagem. Ela alternava o olhar entre a mãe, que agora se percebia morta e eu, como que me pedisse ajuda sem saber como. Já não se via por sua face sequer um traço da frivolidade de outrora, apenas a triste beleza de seu rosto bem feito mergulhado em desolação.

Seu pai foi o próximo a notar, talvez por sentir o peso, agora pendente, do corpo sob sua mão estendida ou talvez pela própria emanação de energias da filha aterrorizada.

O mais velho não foi capaz de mais do que pousar suavemente a mão sobre o ombro do velho senhor pesaroso, enquanto o caçula admirava tudo, abraçado a seu pato, sem poder entender as mil sutilezas das emoções que se sucediam na cena como poderosas lufadas de ventos marinhos contra gigantescas falésias que lentamente ruíam.

Me aproximei da jovem moça e conquanto pude desvencilhá-la da pesada mão da defunta, atirou-se em meus braços aos prantos.

Assim foi, meu adorado filho, e por isso te envio a foto de sua mãe com seus tios, avô e avó que perdemos naquela mesma fatídica tarde em que conheci sua mãe, para que guarde como recordo de seus ancestrais e de tão importante momento pra nossa família.


Com todo meu amor

Seu pai Joaquim Diógenes de Medeiros

Cidadania feminina

1970, Estados Unidos , uma importante retomada do movimento feminista leva às ruas centenas de mulheres em luta por melhores oportunidades e condições de vida. Embuídas do espírito desse movimento que já dava sinais desde antes mesmo do séc XIX, essas mulheres lançavam um olhar, naquele momento talvez até um pouco radical, sobre a posição que ocupavam naquela sociedade patriarcal e machista que até não muito tempo atrás sequer as considerava como cidadãs. De lá pra cá, muita coisas mudou, muita coisa aconteceu, mas será mesmo que o desejo daquelas mulheres se concretizou?

A própria questão da cidadania da mulher que só foi outorgada na Inglaterra em 1928, elevando-as legalmente a um patamar de igualdade de direitos com os homens, uma vez que já exerciam todas as obrigações, foi em outros paises ainda mais tardio e sem efeito concreto, até algumas décadas mais tarde, em seu cotidiano.

De fato, por mais meritoso que pudesse ser, dizer-se que essa foi uma conquista dessas mulheres, seria mesmo uma inverdade. Já que algo tão caro ao movimento feminista foi logrado por interesses políticos de partidos que visavam o apoio de mais eleitores. E o conseguiram dando-lhes o espaço e a projeção de que precisavam para lutar por seu direitos, inclusive o do voto. Daí se conclui que a estrutura social na qual estamos inseridos, em si mesma, embora haja amadurecido ao longo desses anos, ainda não conseguiu uma mudança significativa. Qualquer mulher terceiro mundista ainda hoje reconhece que a maioria desses direitos não pode ser ainda chamado conquista.

Desde a antiguidade a visão da sociedade sobre a mulher as situava num contexto de cuidados domésticos e procriação sendo essas as únicas funções possíveis, o que culturalmente as relegou a uma categoria de produto fornecedor de satisfação para os desejos e necessidades do homem. As representações estéticas da mulher esteviveram sempre associadas à tentação e isso fica muito claro na forma de sua exploração no mundo ocidental, sobretudo nos meios de comunicação, que são claros reflexos dessa visão arraigada da mulher.

A maioria ainda entende que a busca da mulher por poder externo, aparentemente em oposição à força interna, criou um vácuo na educação moral e na ética com a qual nossas crianças, e portanto o futuro da sociedade, são criadas, e mesmo as mais atuantes feministas admitem que há grandes equívocos nesse sentido, uma vez que parte das mulheres, no afã da luta, renegaram radicalmente o feminino nesse processo, enquanto outras, não menos equivocadas, abraçaram mais funções e tarefas do que podiam, assinalando, em ambos os casos, com a perspectiva da destruição dos papéis tradicionais dos gêneros.

Hoje as mulheres conquistaram uma posição significativamente mais relevante na sociedade e muito se construiu no tocante á seus direitos, liberdades, possibilidades, importância na política, economia, família e segurança e é de suma importância que se comemore cada uma delas, mas é igualmente importante que se compreenda que todas essas conquistas ainda estão anos luz aquém do próprio significado do termo “ideal de igualdade”, não só por serem subjugadas por homens, mas realmente pela perpetuação de conceitos ensinados e reforçados por tanto tempo que as próprias mulheres atuam como algozes de si mesmas.

2006, Brasil, um retrocesso na luta pelo reconhecimento da mulher cidadã leva as telas da televisão e as páginas de revistas centenas de mulheres vestindo trajes sumários para reforçar a cultura da mulher bibelô que enfeita e desperta a lascívia de uma sociedade que se diverte descompromissada com as implicações que esse tipo de conduta acarreta.

29 março 2006

Surtossss!!!


Quando eu fiz as minhas considerações iniciais eu já tinha mencionado a eventual possibilidade de eu acabar registrando aqui os meu surtos. Na verdade eu não podia imaginar que isso fosse acontecer tão cedo, mas acho que é um traço da minha personalidade que está fugindo ao meu controle (óbvio, afinal, é um surto!!!)

Eu admito hoje aconteceu de manifestar todos esses sintomas juntos, ao mesmo tempo, muito forte, e muitas vezes!!! (quem dera fosse outra sintoma que também anda me tomando com relativa frequencia...rsss...). Foi um dia que começou normal à exceção de um fato raro, provocado por mim mesma. EU TOMEI UMA XÍCARA DE CAFÉ PELA MANHÃ. De fato parece uma coisa sem a menor relevância até para mim não fosse pelo efeito que o café tem no meu organismo. Eu enlouqueço. Literalmente.

Então eu comecei meu belo dia com um bom dia à minha gatinha linda, a Zilla, levantei da cama tomei um café e fui pra vida...

Surto nº1: Com a descoberta infeliz de estar sendo feita de troxa por uma figura que fez um trabalho comigo e está tentando tirar dinheiro de mim como se fosse cabível.

Surto nº2: Com a faxineira do meu prédio que veio pela qüinquagénésima vez interromper meu trabalho pra me pedir um cigarro.

Surto nº3: Até meu professor, que eu adoro, me chamou de louca, numa apresentação de trabalho na frente de todo mundo, por causa de uma analogia, super razoável, que fiz de uma tipografia que tem origem na escrita egipcia antiga usada num CD de “eletro punk” com as referências históricas do momento do surgimento do movimento punk !!!


Surto nº4: O ex dono do meu novo apartamento que se embananou de grana e quer adiantar o pagamento de uma das parcelas do negócio.

Surto nº5: Não bastasse tudo isso, no mesmo dia, eu leio muito tardiamente no meu horóscopo a adorável mensagem que eu hoje teria dificuldades que iam me fazer uma pessoa muito feliz!!!


Na verdade eu ainda não tive condições de fazer nada a respeito de nenhum deles, mas eu estou absolutamente aberta a sugestões de como faze-lo, por que as minhas últimas gotas de energia eu gastei tentando me conter e não esganar nem um dos envolvidos nem a arrancar meus próprios cabelos. E se você também está passando por essa fase levemente psicótica e quizer compartilhar eu tenho excelentes projetos de novas formas de tortura e experiências de multilação humana precisando de indicações de cobais...rsss...

Gente, cá pra nós, isso ultrapassa o limite do razoável até pra mim que não sou nem um pouco razoável!!! Haja meditação!!!! Aaahhhhuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm



A alcunha

Bom, a coisa do nome tem a ver com minha nova obsessão. PESQUISA. Adoro!!! Só que como atual estudante de comunicação social eu ando lendo muitos pensadores de sociologia, filosofia, artistas, comunicólogos, historiadores, designers em geral, trabalhos de outros pesquisadores e tal... e acho muito interessante que nesse meio todo mundo tem que ser alguma coisa.

Eu passei por uma fase, até relativamente longa de experimentação disso de ser alguma coisa, mais forte na adolescencia, e tal, enveredei por vários diferentes desses ismos aí, relativismo, budismo,esquerdismo, existencialismo, socialismo, direitismo, emtre outros... mas o que mais me chamou atenção quando eu parei pra pensar foi que desde que se começou a falar do pós modernismo, todo mundo de repente ficou pós alguma coisa. Alguns até mudaram, mas a maioria ficou pós o que já era mesmo e a verdade é que eu também agora quero ser pós!!! Só que como já faz um tempão que eu não sou nada pra passar a ser pós o que eu era antes o máximo que eu posso fazer é admitir que eu já tive em tanta situação derrota, que agora que graças a Deus passou e eu estou feliz da vida, a minha agora é a PÓS DERROTA!!!

28 março 2006

Sejamos bem vindos!!!

Considerando-se que minha primeira palavra escrita num blog seja essa é melhor tratarmos de algumas considerações iniciais... esse fim de semana o Fred esteve aqui em casa e recomendou dar uma olhada no fotolog dele, coisa que eu ainda nem fiz... mas eu não fiz por uma razão muito específica.

Essa coisa de blog é muito nova pra mim... mas muito nova... mais nova do que se possa supor de alguém que já se conformou com a própria condição de internauta a alguns anos (mas nem tantos assim!!!). Eu jamais li um qualquer coisa num blog na vida, nunca nem tropecei num desses pelas minha naveganças por aí. Aliás, eu vivia ouvindo um ou outro amigo falar, mas eu só fui ligar o nome à pessoa tempos depois, quando a tal da surfistinha lá, foi no Jô num dos meus fatídicos afogamentos noturnos nas revoltas correntezas de conhecimento de nababescas pilhas de alfarrabios (pra relembrar que ainda funciono em módulo analógico...) que eu adoro escarafunchar vendo tv, eu particularmente não ligo e de mais a mais pornografia vai ser sempre campeã de audiência na internet e olha que eu conheço um monte de gente que reclama pra caramba das putas, mas nem assim eu tive a curiosidade de averiguar.

Hoje curiosamente sem nenhuma razão específica e nenhuma relação aparente, com a feliz visita ( rssss....) eu resolvi dar uma fuçada e até li umas coisa bem interessantes, tão interessantes que eu resolvi cavar meu próprio espaço no mundo virtual e divulgar pra vocês pobres cobaias, digo, queridos amigos minhas teorias, neuroses, eventuais pirações e surtos em geral.

Isso posto, eu acho apropriado sujerir que não se espere muito disso, e isso eu digo pra mim mesma, por que a megalomania da leonina é uma tortura constante e quem me conhece (óbviamente os únicos a visitar isso aqui, e isso mesmo, se for muito amigos...rss...) já está cansado de saber o que esperar de algo produzido por mim...

Deixo vocês, por enquanto, com um pequeno preview do que pode acontecer agora que eu tenho, segundo meu adorável "grande mestre touro sentado", um espaço para exercer uma relação de poder e legitimar minhas próprias ideologias, enviado à mim sabe-se lá por quem num desses adoráveis e-mails reenviados de 7.415 pessoas, sempre recheados com pérolas de mil novecentos e guaraná de rolha, mas que continuam me fazendo rir. À você que enviou esse então, meu muito obrigado! e vamos lá:

The New York Times: O MUNDO VAI ACABAR
Obsservatore Romano: MUNDO ACABA OUTRA VEZ
O Globo: GOVERNO ANUNCIA O FIM DO MUNDO
Jornal do Brasil: FIM DO MUNDO ESPALHA TERROR NA ZONA SUL
Folha de São Paulo(ao lado de um imenso gráfico): SAIBA COMO VAI SER O FIM DO MUNDO
O Estado de São Paulo: CUT E PT ENVOLVIDOS NO FIM DO MUNDO
Notícias Populares: PSICOPATA MATA A MÃE, DEGOLA O PAI, ESTUPRA A IRMÃ E FUZILA O IRMÃO AO SABER QUE O MUNDO VAI ACABAR!
Tribuna de Alagoas: DELEGADO AFIRMA QUE O FIM DO MUNDO SERÁ CRIME PASSIONAL
Estado de Minas: SERÁ QUE O MUNDO ACABA MESMO?
Jornal do Comércio: JUROS FINALMENTE CAEM
Jornal dos Sports: NEM O FIM DO MUNDO SEGURA A SELEÇÃO
Correio Brasiliense: CONGRESSO VOTA CONSTITUCIONALIDADE DO FIM DO MUNDO
Gazeta Mercantil: DECRETADA A FALÊNCIA DO MUNDO
Jornal da Tarde: FIM DO MUNDO. E DAÍ?
Gazeta Esportiva: CRUZEIRO DESFALCADO PARA O FIM DO MUNDO
Folha Universal (do Bispo Edir Macedo): PAGUE O DÍZIMO ANTES DE PARTIR
Veja: EXCLUSIVO! ENTREVISTA COM DEUS_ Por que o apocalipse demorou tanto?- Espedialistas indicam como encarar o fim do mundo- Paulo Coelho: "O profeta viu o fim do mundo e chorou"
Nova: O MELHOR DO SEXO NO FIM DO MUNDO
Caras: O FIM DO MUNDO DOS CHIQUES E FAMOSOS
Playboy: NOVA LOIRA DO TCHAN: UM APOCALIPSE DE SENSUALIDADE
Info (Exame): 100 DICAS DE COMO APROVEITAR O WINDOWS THE END!
Época: ÁTÉ O FIM DO MUNDO SUA REVISTA "EPOCA" ESTARÁ CUSTANDO R$ 2,80
Guia de Programação: NET EXCLUSIVO: O FIM DO MUNDO NA GNT
Sexy: COMO TRANSAR NO ALÉM
SuperInteressante: DO BIG BANG AO FIM DO MUNDO
Casa Cláudia: COMO DECORAR A SUA CASA PARA O FIM DO MUNDO
Diário Oficial (Campinas): PREFEITO DESAPROPRIA BARRANCO PARA MORRER ENCOSTADO
Diário Oficial da União: PRESIDENTE FAZ A SUA ÚLTIMA VIAGEM
Diário Oficial da Justiça: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL CONDENA O FIM DO MUNDO
Diário do Congresso: ACABOU A MAMATA